Falar de inteligência nos negócios, logo, leva-nos a pensar em Business Intelligence, mas quero abordar nesse artigo que Business Intelligence não é tudo. É apenas uma parte para realmente se obter inteligência nos negócios.

 

Primeiro vamos aos conceitos: O que é Business Intelligence você pode conferirnesse artigoe se aprofundar emnosso ebook,então não vou entrar no mérito, mas a pergunta que fica é:O que realmente é inteligência nos negócios?

 

Inteligência nos negócios não é algo simples. Exige uma série demudanças organizações e culturaispara realmente se obter inteligência. Vejamos o que diz o dicionário sobre inteligência:

 

“faculdade de conhecer, compreender e aprender.”

 

“capacidade de compreender e resolver novos problemas e conflitos e de adaptar-se a novas situações.”

 

fonte:google.com

 

Vivemos isso constantemente em nossas empresas, correto?

 

Sem dúvidas!! Porém, muito do nosso dia-a-dia é resolver novos problemas, e falhamos nos demais itens como:conhecer, compreender e adaptar.

 

Esse é o ponto que quero chegar. Como atingir esses três itens para conseguir inteligência nos negócios. Para isso separei 3 dicas que irão te ajudar nesse processo.

 

# Dica 1: Planejamento Estratégico

 

O planejamento estratégico é o primeiro passo para tomarmosconhecimento, ou seja, realmenteconhecer os objetivos da empresa,onde ela quer chegar,o que ela pretende fazer para chegar láe assim por diante. Temos um ebook com todos os passos de um planejamento estratégico,confira aqui.

 

Vejo muitas pessoas trabalhando horas e horas na empresa, dando o seu máximo, mas não conhecem os objetivos da empresa. Talvez até porque a empresa realmente não tenha um planejamento estratégico bem definido.

 

Essas pessoas poderiam agregar muito mais valor quando o foco é dedicado nos objetivos da empresa. Além de poder eliminar desperdícios em atividades que não está nos planos da companhia.


 

# Dica 2: Monitoramento e Controle

 

Chegamos ao item 2,compreender.

 

Monitorar e controlar é uma tarefa interminável e constante. Somente monitorando os resultados e tendo feedbacks, é que é possível compreender o que realmente está acontecendo.

 

Posso garantir que segundo os filósofos, o princípio básico para compreensão é a reflexão, logo chegamos às perguntas.

 

Então devemos constantemente monitorar se estamos nos aproximando dos objetivos traçados no planejamento estratégico. E para isso devemos fazer as perguntas certas.

 

A partir desse momento é que começamos a introduzir soluções deBusiness Intelligence,pois com eles conseguimos monitorar, controlar, fazer perguntas e compreender o que aconteceu / está acontecendo.

 

# Dica 3: Pivotar ou não

 

Pivotar é um termo muito comum utilizado por startups. Utilizo esse termo pois ele tem muito a ver comadaptar, que é o terceiro item da inteligência.

 

“Pivotar é mudar de estratégia depois de perceber que a empresa estava no caminho errado.”

 

Fonte:exame.com

 

Após monitorar e controlar, o terceiro passo é decidir se está ou não indo para o caminho certo. E se necessário, alterar o rumo da empresa. Esse é a ideia do itemadaptar.

 

Sei de uma série de empresas que falharam em adaptar-se ao novo mercado. Além disso, há estatísticas dizendo que 40% das empresas irão fechar nos próximos 10 anos,confira aqui.

 

O mundo dos negócios tem mudado bastante e constante. Hoje já não é mais suficiente você olhar apenas para o passado. Temos também que olhar para o futuro e começar a prever situações. Por isso deixo uma dica bônus.

 

# Dica bônus: Advanced Analytics

 

Com a utilização da tecnologia e, principalmente, de dados. Tornou-se possível a utilização do aprendizado de máquina (Machine Learning) no mundo dos negócios.

 

“Machine Learning é uma técnica da ciência de dados que permite que os computadores usem os dados existentes para prever tendências, resultados e comportamentos futuros.”

 

fonte:Microsoft

Conheça mais sobre Machine Learning em nossowebinar on demand.

Como podemos ver neste artigo, ter inteligência nos negócios exige uma série de mudanças e meu destaque vai para uma cultura Data-Driven.